O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
(Fernando Pessoa)
Nebulosas - Narcisa Amália - Contextualização
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Narcisa Amália não é um tipo, é uma heroína.
Sênio [um dos pseudônimos de José de Alencar] acaba de pedir que não
elogiem seus livros de prosa.
Eu p...
Há 6 dias

1 comentários:
esse é um dos meus poemas preferidoos *-*
beeijo
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